Como prometido, aqui está a matéria do centenário do Clube Ginástico Juiz de Fora.
domingo, 24 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
Clube Ginástico de Juiz de Fora 100 anos
Um dos mais importantes clubes juizforanos e do Brasil chegaria ao seu centenário em 2009. Guiado pelos quatro Fs, atletas que lá treinavam já foram chamados para disputar nacionalmente as seletivas para as Olimpíadas de 1920 e de 36.
O clube nasceu de uma conversa entre alemães na cervejaria Stiebler em 1909. Nascia, então, o TURNERSCHAFT, que, em alemão, significa Clube de Ginástica. A primeira diretoria foi eleita em 1910, tendo como diretores Gustavo Kietzsch e Hans Rappel, e Carlos
Stiebler como tesoureiro.
Em 1917, o clube mudou de nome para evitar perseguições aos imigrantes alemães em JF durante a Primeira Guerra Mundial. Então, outro diretor assumiu o cargo: Caetano Evangelista.
O professor Ítalo Paschoal Luiz lembra com orgulho quando era aluno e professor no clube. "Entrei pro clube quando tinha 20 anos, em 1947. Três anos, depois, fui professor. O clube foi
a minha vida, batalhei muito por ele." Emocionado, disse que o clube não se manteve por falta de recursos financeiros. "Quiseram demolir o clube para dar lugar ao progresso. O Estado não dava mais recursos. Foi tudo culpa de politicagem", afirma indignado. "Ainda sigo os 4 éfes - feito, forte, firme e fiel, nosso brasão. Ele não estava só estampado no meu uniforme, mas também no meu coração.
Ítalo Paschoal e seu professor Caetano Evangelista.
À direita, a antiga sede do clube, onde hoje é o Hemominas
Agradeço ao seu Ítalo por ceder algumas fotos para o blog. Em breve, a matéria em vídeo sobre o centenário do Clube Ginástico de Juiz de Fora entrará no ar no site da UFJF, pelo IPTV, no jornal da Facom.



sábado, 31 de janeiro de 2009
Flamengo de 80 em JF
Em comemoração ao aniversário da "Praça de Esportes João Pires" , o advogado dr José Lúcio Fernandes fez um jogo especial em sua fazenda, perto da represa João Penido. Para um mini-torneio de futebol, chamou seus amigos e algumas pessoas especiais: João Pires (ponta direita,jogou pelo Tupi e pelo Botafogo-SP) e o esquadrão flamenguista da década de 80: Adílio (meia-direita, de 75 a 87 e em 93), Andrade (amigo do advogado,jogou entre 78 e 88 na posição de volante), Cláudio Adão (77-80 e em 83, atacante), Júlio César (atacante, jogou de 82 a 88) e Zé Carlos (goleiro de 86 a 91).




A Praça de Esportes João Pires foi inaugurada em 31/01/06. Lá, os "Amantes do Futebol", clube composto pelos membros da "José Lúcio Advogados e Associados", se reúnem aos finais de semana para jogar uma pelada.O lugar é belíssimo. A represa João Penido se localiza atrás do sítio. "A próxima etapa é fazer um píer para andar de jet-ski pela represa", revelou o advogado.
O mini-torneio foi disputado por 4 times: Rezzato, Casacatinha e Amantes do Futebol A e B. Venceu o "Amantes do Futebol A", ganhando o troféu "João Pires". Após o torneio, foi realizado um jogo entre Amantes do Futebol x Flamengo de 80. Apesar da idade avançada, a experiência dos rubro-negros e o cansaço dos Amantes do Futebol, garantiram a vitória ao Flamengo, por 4x3. Após o jogo, comes e bebes.
"Eu poderia ter dedicado esta praça de esportes a meus familiares ou a mim mesmo, mas dediquei a você, João Pires, "o Garrincha de Minas Gerais", por ter-me feito vibrar no Tupi quando eu o assistia no estádio. Meu muito obrigado", disse José Lúcio em discurso aos presentes no "churrasco", regado a porções mineiras (torresmo, mandioca e linguiça) e uma paella mineira deliciosa.
A Praça de Esportes João Pires foi inaugurada em 31/01/06. Lá, os "Amantes do Futebol", clube composto pelos membros da "José Lúcio Advogados e Associados", se reúnem aos finais de semana para jogar uma pelada.O lugar é belíssimo. A represa João Penido se localiza atrás do sítio. "A próxima etapa é fazer um píer para andar de jet-ski pela represa", revelou o advogado.
Obs: Mais fotos no meu orkut. Este blog não suporta mais de 4fotos/post.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Life in Technicolor ii
Coldplay sempre me surpreendeu com suas músicas. A sonoridade dessa banda do british pop é única (considero os caras como um rock 'n roll com outra cara.. mas rótulos são rótulos e gosto cada um tem o seu).
Viva la Vida, penúltimo álbum lançado, possui músicas muito inovadoras, que fogem da estética de fazer música. A própria música tema, por sinal da trilha novelística "A Favorita" é uma delas (não sei se muita gente percebe). O baterista - Will Champion - e, creio também que seja influência do brilhante produtor Brian Eno, não incluiu a "caixinha", um dos componentes da batera que dá um som agudo, que diferencia do som do bumbo (mais grave), gerando ritmo. Impressionante como ela não faz falta. Outro elemento incrível aparece na música: o sino durante o refrão.
Voltando às inovações, e isso vem do X&Y, chamo a atenção para os videoclipes. E estão cada vez mais geniais.
O de Viva la Vida é fantástico, devido à textura da imagem. Combina com o título da música, por ser algo alegre, que celebra a frase. Lovers in Japan é genial devido aos vários links que vão fazndo em cada tela de TV e à arte do clipe. Aconselho assistí-lo... http://br.youtube.com/watch?v=E_exesnCA5Y
Mas o que aconselho mesmo a assistir é o de Life in Techinocolor ii, lançado em The Prospekts March, que pode ser chamado de Viva la Vida parte II. Esta música, por exemplo, ganhou letra. Os caras fizeram releitura de outras músicas , como a própria Lovers in Japan" e Lost!, que ganhou a participação de Jay-Z (que, pra mim, representou uma "democratização" do Coldplay - outra hora discuto isso).
O clipe de Life in Techinocolor ii nos leva a pensar no futuro. Como será que nossos filhos vão se divertir? Quais serão as novas maneiras que eles aprenderão as coisas deste mundo, cada vez mais internetizado e lúdico?
Interessante notar como o arcaico e o pós-moderno se misturam muito bem nesse clipe: cenário prosaico, ventrílocos de madeira; mas estes ganham vida e todo tipo de parafernália tecnológica entra em cena, como a iluminação muito bem projetada, show pirotécnico e um helicóptero de brinquedo. Técnico de som e roadie também não ficam fora do espetáculo. Vale destacar, tambem, os atores: as crianças (principalmente a menina de óculos, que reage muito bem ao show), o cinegrafista e os pais, que assistem atônitos ao show.
Bom, chega de falatório e assista a este clipe genial: http://br.youtube.com/watch?v=9fXm7_D3hF0
PS: melhor são os ventrílocos quebrando tudo depois do show.
PS2: por favor, no fim deste artigo que pensei... Esses bonequinhos são ventrílocos mesmo? Se eu estiver errado, me avise.. valeu!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Festival Fritz Teixeira de Sales
Fiquei encarregado de digitalizar um acervo de vídeos da ONG Expressão Livre, de Monte Sião. Entreles, estava um vídeo de 2006 da VIII edição do concurso de poesia Fritz Teixeira de Sales, realizado depois de 20 anos.
Ariovaldo Guirelli, que apresentava e lia alguns poemas, me surpreendeu com a leitura de um poema chamado Inventário, que vencera o concurso. Eis a surpresa: a obra-prima é de Marçal Aquino, que participara da edição de 1982 do concurso com um poema publicado em "Por bares nunca antes naufragados", livro lançado em 1985. Na ocasião, ocorria o V Festival Cultural Expressão Livre - que também teve festival de rock e MPB- e o jornalista e roteirista de cinema estava na Polônia, com Hector Babenco, gravando um longa.
Na hora usei o sr Google e descobri porque Marçal participara do concurso: ele é de Amparo (SP), município pertinho do Circuito das Malhas.
Venho aqui, por meio deste blog, para que a ONG Expressão Livre realize novamente o concurso de poesia "Fritz Teixeira de Sales", que revela talentos e enriquece nossa cultura.
PS:no concurso de 1982, o poema foi declamado por Rivaldo Céu.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Flagrante de São Paulo
Fui à São Paulo no último dia 16, sexta-feira. Estive na companhia do jornalista Clayton Melo, "primo" que só fui conhecer nesse dia. Um dia para ser lembrado das risadas e do aprendizado que tive.
Passando pela Avenida Paulista, encontrei alguns manifestantes do sindicato dos bancários em frente à sede do Banco Real. Protestavam pela demissão de 400 funcionários de uma só vez. Gostei de ver a "arte" do protesto. Utilizaram velas e fita-crepe: materiais muito simples, mas muito bem utilizado pela organização.
Enquanto ia embora, escutei o manifestante falando ao microfone: "Vamos pedir para que a diretoria do banco desça até aqui para que dialoguemos e cheguemos a um acordo. Ou será que vamos ter que usar microfones sem fio numa
próxima vez para levá-lo até vocês?"
É, constatação interessante a dele...
Abraços ao Clayton e aos Shinohara, que me hospedaram mais uma vez.
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Outros lugares: flagrantes e impressões
domingo, 19 de outubro de 2008
Entrevista com Raimundos
Uma das maiores bandas de rock do país, o Raimundos, veio à Juiz de Fora na última sexta-feira, 17/10/08. Eles se apresentaram no Cultural Bar e fizeram um show inesquecível, regado a bate cabeça, músicas desconhecidas e grandes sucessos. Aqui vai a primeira parte da entrevista, concedida ao Jardim do Rock. Foram entrevistados por Guilherme Monteiro, Marcelo Martins (pessoa entre montes) e Rafael Grohmann.
Enquanto Digão tocava guitarra com sua pedaleira novíssima e Marquim o auxiliava a regular o som, Canisso e Caio, também acompanhados de Guiminha (amigo da banda e técnico de som) conversaram com a equipe do Jardim do Rock: Guilherme Monteiro, Marcelo Martins e Rafael Grohmann.
Qual foi a última vez que vocês vieram aqui?
Canisso: Viemos em 95,96... Tocamos num festival que aconteceu num clube de um time. Tocaram Pato Fu, Raimundos, o Rappa, se não me engano, e Nação Zumbi.
E você, Caio? Nessa época você fazia o que?
Bom...fazia outras coisas (risos). Mas já curtia a banda, já.
E qual que é a responsa, Caio, de assumir a batera de uma das maiores bandas de rock do país?
É muito tranquilo. Não tem muita pressão. Às vezes eles falam: "Tenta não fugir muito da linha, não ficar firulando muito, para que as músicas não percam tanto a cara." E a galera aqui é de boa. O Canisso passa muita tranquilidade, o Digão que é mais... "Calma velho, não sei o que, tal.."Ele quer mais fidelidade nas músicas, sacou?
Canisso: Realmente, quando uma banda interpreta uma música, é que nem quando um moleque toca. Quando você tira a música, você tem que ser fiel nas minúcias da música. Mas, a partir do momento que você a domina, você tem a liberdade de acrescentar a sua interpretação: um pouco mais de peso, um pouco mais de velocidade...Enfim, quando você ver que dá para mudar algo na música, isto é totalmente válido. Para mim, não há esse lance de tocar a música do jeito que ela é, tendo que ficar "congelada", registrada no disco. Acho uma bobeira isso. Como músico, acho que o desafio é você realmente buscar a aprimorar e moldar a música à sua interpretação.
"Brasília sempre teve a intenção de ser a capital do rock, mas nunca teve estrutura pra isso"
Vocês tem acompanhado o cenário underground de Brasília? Como que está o cenário hoje, já que Brasília é berço de várias bandas de rock.
Caio: Cara, lá é difícil. Eu ainda toco nos Sapatos Bicolores e tocava no Deceivers, que é hard core. Estas são mais underground mesmo, né? É mais por diversão mesmo,já que não dá para ganhar uma grana. Tem os festivais independentes que dão apoio às bandas, como o de Goiânia, de Belém, no Sul... mas não é tão fácil não.É difícil tu conseguir passar essa barreira, sacou? É bem fechado. (dirigindo-se ao Canisso) Você não tocou lá no Quebra Queixo antes de voltar pros Raimundos, né?
Canisso: Ah, é difícil tocar lá. Isso é assim porque não há um lugar para rock na cidade. Não tem um bico! Pô, aqui vocês tem essa casa, com amplificador, caixas de som e um balcão para vender birita. Lá em Brasília tá muito difícl porque não há um local como este. Isto porque Brasília é tida como berço de bandas seminais do rock, como Legião Urbana,Plebe Ride, Capital Inicial..não só Raimundos, saca? Brasília tem uma tradição de pretender ser a capital do rock e
não ter uma cena para que isso aconteça. É o local que eu conheço onde ma
is tem banda, mas que falta lugar para tocar. Tá difícil. Tem um festival importante, só que rola uma panela forte. E a panela tá fechada mesmo, sacou? A cada dia você vê que fica mais difícil alguma banda se sobressair por lá.Por outro lado, a dificuldade também é interssante, sacou? Porque a dificuldade faz os caras se movimentarem, batalharem outros horizontes. Na nossa época,para se fazer um show, era amplificador emprestado de um, instrumento emprestado do outro, ligava-se na tomada debaixo do prédio, fazia show num barzinho que nunca teve um show... Quando a gente chegou em São Paulo, havia 200 lugares pra tocar. Maneira de falar, mas havia uns cinco ou seis certos, saca?E bandas acostumadas a tocar com equipamentos de primeira linha, entende? E a gente, cara, era acostumado a tocar com uma aparelhagem muito inferior!Nosso PA era cinco ampli ligado em série e pronto! (risos)
Enquanto Digão tocava guitarra com sua pedaleira novíssima e Marquim o auxiliava a regular o som, Canisso e Caio, também acompanhados de Guiminha (amigo da banda e técnico de som) conversaram com a equipe do Jardim do Rock: Guilherme Monteiro, Marcelo Martins e Rafael Grohmann.
Qual foi a última vez que vocês vieram aqui?
Canisso: Viemos em 95,96... Tocamos num festival que aconteceu num clube de um time. Tocaram Pato Fu, Raimundos, o Rappa, se não me engano, e Nação Zumbi.
E você, Caio? Nessa época você fazia o que?
Bom...fazia outras coisas (risos). Mas já curtia a banda, já.
E qual que é a responsa, Caio, de assumir a batera de uma das maiores bandas de rock do país?

É muito tranquilo. Não tem muita pressão. Às vezes eles falam: "Tenta não fugir muito da linha, não ficar firulando muito, para que as músicas não percam tanto a cara." E a galera aqui é de boa. O Canisso passa muita tranquilidade, o Digão que é mais... "Calma velho, não sei o que, tal.."Ele quer mais fidelidade nas músicas, sacou?
Canisso: Realmente, quando uma banda interpreta uma música, é que nem quando um moleque toca. Quando você tira a música, você tem que ser fiel nas minúcias da música. Mas, a partir do momento que você a domina, você tem a liberdade de acrescentar a sua interpretação: um pouco mais de peso, um pouco mais de velocidade...Enfim, quando você ver que dá para mudar algo na música, isto é totalmente válido. Para mim, não há esse lance de tocar a música do jeito que ela é, tendo que ficar "congelada", registrada no disco. Acho uma bobeira isso. Como músico, acho que o desafio é você realmente buscar a aprimorar e moldar a música à sua interpretação.
"Brasília sempre teve a intenção de ser a capital do rock, mas nunca teve estrutura pra isso"
Vocês tem acompanhado o cenário underground de Brasília? Como que está o cenário hoje, já que Brasília é berço de várias bandas de rock.
Caio: Cara, lá é difícil. Eu ainda toco nos Sapatos Bicolores e tocava no Deceivers, que é hard core. Estas são mais underground mesmo, né? É mais por diversão mesmo,já que não dá para ganhar uma grana. Tem os festivais independentes que dão apoio às bandas, como o de Goiânia, de Belém, no Sul... mas não é tão fácil não.É difícil tu conseguir passar essa barreira, sacou? É bem fechado. (dirigindo-se ao Canisso) Você não tocou lá no Quebra Queixo antes de voltar pros Raimundos, né?
Canisso: Ah, é difícil tocar lá. Isso é assim porque não há um lugar para rock na cidade. Não tem um bico! Pô, aqui vocês tem essa casa, com amplificador, caixas de som e um balcão para vender birita. Lá em Brasília tá muito difícl porque não há um local como este. Isto porque Brasília é tida como berço de bandas seminais do rock, como Legião Urbana,Plebe Ride, Capital Inicial..não só Raimundos, saca? Brasília tem uma tradição de pretender ser a capital do rock e
não ter uma cena para que isso aconteça. É o local que eu conheço onde ma
is tem banda, mas que falta lugar para tocar. Tá difícil. Tem um festival importante, só que rola uma panela forte. E a panela tá fechada mesmo, sacou? A cada dia você vê que fica mais difícil alguma banda se sobressair por lá.Por outro lado, a dificuldade também é interssante, sacou? Porque a dificuldade faz os caras se movimentarem, batalharem outros horizontes. Na nossa época,para se fazer um show, era amplificador emprestado de um, instrumento emprestado do outro, ligava-se na tomada debaixo do prédio, fazia show num barzinho que nunca teve um show... Quando a gente chegou em São Paulo, havia 200 lugares pra tocar. Maneira de falar, mas havia uns cinco ou seis certos, saca?E bandas acostumadas a tocar com equipamentos de primeira linha, entende? E a gente, cara, era acostumado a tocar com uma aparelhagem muito inferior!Nosso PA era cinco ampli ligado em série e pronto! (risos)"Tenho idéias para o mercado fonográfico"
Canisso falou também sobre a mudança que a Internet causou ao mercado fonográfico. "A venda de cds caiu. Hoje, atualizo-me muito rapidamente sobre qualquer banda. Logo depois de um show, posso conferir detalhes dele no youtube." Disse, também, que a banda deve atrair o fã não só mais com um cd. "Por exemplo, o cara vai num show e lá tem a barraquinha da banda, que vende a camiseta, a pulseira e o cd. Tem banda que faz isso há muito tempo", disse Canisso, inconformado com bandas que ainda mantém o seu lucro com venda de cds. "O mercado hoje mudou. É preciso que as bandas e seus empresários mudem de atitude."
Perguntado quais atitudes que ma banda deveria tomar, Canisso respondeu: "Tenho idéias para o mercado fonográfico. Mas, quem quiser sabê-las, vai ter que me dar um bom dinheiro. Minhas idéias são boas para esta nova fase que vivemos."
Findado sobre esse "papo-cabeça", Rafael Grohmann faz a clássica pergunta: "Qual foi a maior loucura dos Raimundos?"
"Se eu te respondesse, teria que te matar depois", respondeu Canisso. "Algumas músicas relatam isso. Mas não posso contar mesmo."
A entrevista teve que ser encerrada para que a banda passasse o som. Digão e Markim testaram as guitarras e só faltavam testar o som com todos os instrumentos.
Tiramos algumas fotos e, horas depois, voltamos ao Cultural Rock Bar para esse showzasso.
Vale a pena quem tiver a oportunidade de ir.
Valeu, Raimundos! Sucesso pra vocês!
Passem pelo meu canal no youtube e assistam a alguns fragmentos do pré-show e do show em JF. http://www.youtube.com/user/elrapaz
Jardim do Rock. Ouça na 6a feira,às 14h em http://www.radio.ufjf.br/ Peça sua música pelo jardimdorock@hotmail.com.
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