quinta-feira, 27 de março de 2008

28/03/08

Dia histórico: estréia Jardim do Rock na Rádio Universitária. Com a participação dos montessionenses Guilherme (Urso) Monteiro e Marcelo (Tico Mano) Martins e também, Víotr Campanha e Rafael Grohmann.

Mandem sugestões de músicas para marcelo_martins_@hotmail.com

14h toda sexta-feira, confiram: Jardim do Rock, em www.radio.ufjf.br

OUÇAM!

segunda-feira, 17 de março de 2008

Jardim do Rock

Em breve, mais um programa novo na rádio da Facom UFJF. Por enquanto, Jardim do Rock é o seu nome provisório.
Mas já fizemos 1 brainstorm e listamos vários nomes: Seu Massaki Rock Clube, Bandejao do Rock, Vomito do Rock... enfim, foi 1 enorme lista.
Por enquanto, eu e Guilherme (Urso) estamos a frente do projeto. Qualquer sugestão, envie pra gente via este blog.

Valeu! A estréia será em breve.

Enquanto isso, ouçam: www.radio.ufjf.br

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Feliz Natal!!

A todos, primeiramente, Feliz Natal!

Passei o Natal mais diferente da minha vida. Como não estou acostumado, sabe?

Mas, dia 22, fui na casa da vó da minha namorada jantar. A família dela toda reunida. Do nada, me vira ela domingo:
-Que que ce ficou perdido numa hora lá?
-Eu? Perdido?
-É! Perdido!
Demorei...ela me explicou e lembrei....
-AH sim! Tava reparando como são as reações da sua família, costumes etc etc... tudo isso serve de material pruma futura crônica....

E ela me olhou com aquela carinha... o^) (s)
Oooo iai... =)

-Tooontooo!
(Magina se não gosto, né?)

=**

Feliz 2008 também.

A partir de hoje, o blogueiro entra de férias e não sabe quando volta.
Então, "até mais" ;)

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Embarque neste Carrossel

Para que serve uma canção? Tentando responder a pergunta, a banda mineira Skank lançou “Uma canção é pra isso”, primeira música de trabalho do CD Carrossel, que chegou às lojas em agosto do ano passado.
O CD confirma o novo estilo musical da banda que começou no quinto disco, Maquinarama. No começo da carreira, as músicas possuíam só quatro ou cinco acordes, uma batida mais quadrada e maior semelhança com os ritmos latinos. Ele foi lançado após “Radiola”, CD com duas músicas inéditas e regravações do anterior, “Cosmotron”, além da versão rock n' roll de “Vamos Fugir” (de Gilberto Gil e Liminha) e de “I Want You” (do LP “Blonde on Blonde”, de Bob Dylan). A banda está há 15 anos na estrada com a mesma formação: Haroldo Ferreti na bateria, Lelo Zaneti no baixo, Henrique Portugal nos teclados e Samuel Rosa na guitarra e nos vocais.
Hoje, o Skank demonstra maturidade musical, seja na composição harmônica das músicas, usando acordes dissonantes e diminutos, nos efeitos que Portugal usa e abusa (Protools, Minimoogs e Nord Leads, além dos pianos Yamaha) e nos arranjos do baixista Zaneti – muito semelhantes aos do beatle Paul McCartney.
Cada música revela as influências que a banda só manifesta nessa nova fase. O arranjo musical tocado por instrumentos clássicos – violino, violoncelo, flauta e até tímpano – presentes nas músicas “Panorama”, “Garrafas” e “Notícia” identificam-se muito com a fase mais madura dos Beatles (época dos discos “Revolver”, os “Álbuns Brancos” e “The Magical Mistery Tour”). As baladas “Mil Acasos”, “Uma Canção é Pra Isso” e “Balada pra João e Joana” (ou seria “for John and Yoko?”) parecem com a fase inicial da banda inglesa. “O som da sua voz”, “Cara Nua” e “Seus Passos” lembram as músicas da carreira solo de Lennon (mais românticas). O violão sossegado e a voz aguda de Samuel Rosa em “Trancoso” parece Bob Dylan. Há ainda espaço para uma bateria eletrônica em “Antitelejornal”, com uma pitada da realidade brasileira, pois a música conta a história de uma personagem brasileira, coisa que a banda fez muito bem no terceiro disco,“Samba Poconé”, lançado em 1996.
Com este CD, a partir dessa mistura do rock da segunda metade do século passado com uma pitada da realidade brasileira, Skank vem enriquecer o atual cenário do rock nacional, dominado por uma pobreza na estética musical e nas letras, protagonizado pelo hardcore e pelo emocore (que valorizam a velocidade no ritmo e um excesso de romantismo nas letras). É só apertar o play e embarcar nesse Carrossel de ótimas músicas.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Mito de casa (às vezes) não faz milagre

Quando você se torna bom naquilo que faz, ganhando exaltação na mídia e a aceitação do público, fatalmente você se torna um mito. Ganha os aplausos da platéia, comparações com os deuses e a imortalidade na memória do povo. Isso dá “o direito” do mitificado transgredir as regras do jogo e fazer o que bem entender, mudando a lógica do sistema.
Foi isso o que aconteceu com o jogador (e agora técnico/treinador de futebol) Romário, grande ídolo do nosso futebol, o que fez, recentemente, seu milésimo gol.
Nesta semana, ao demitir o técnico Celso Roth, a diretoria do Vasco resolveu contratá-lo interinamente para o jogo contra o América do México, pela Copa Sul-Americana. No jogo, Romário faz a substituição e entra no lugar de Alan Cardec: é o técnico-artilheiro. Mas, para a tristeza da torcida vascaína, apesar de ter ganho o jogo, o time não se classificou para a próxima fase na competição.
É... Valeu a tentativa. Mas, apesar da sua áurea mitológica, o santo da casa não fez milagre.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Sobre o ouvido...

O orkut tem lá suas utilidades e besteiras... Mas, tem também um quê de engraçado: são as várias comunidades que muitos criativos fazem. Revisitei uma , neste fim de semana, para os que tem "ouvido absoluto" ("Eu tenho ouvido absoluto", procura lá!).
A discussão na comunidade (da qual participei) é sobre a nota musical em que os ares condicionados funcionam. Muito engraçado! Vale a pena conferir...

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Barganha e Cia LTDA

Anteontem, o Senado brasileiro decidiu absolver, por 40 votos a 35 (e com 6 abstenções), o presidente da Casa Renan Calheiros da acusação da quebra de decoro parlamentar. Mas, mesmo absolvido em plenário, ele continua alvo do inquérito policial 2.593, que o Supremo Tribunal Federal (STF) instaurou a 6 de agosto, quando acolheu o pedido da Procuradoria Geral da República.
O julgamento já começara sujo. Na porta do plenário do Senado, deputados trocaram xingamentos e tapas na cara com seguranças que tentavam impedir a entrada. O STF permitiu a presença dos parlamentares após aprovar uma liminar em caráter de urgência na terça-feira.
Chama a atenção no renangate os senadores que se absteram, pois poderiam ter legitimado a cassação ou a absolvição. Entre eles, está o senador Aloísio Mercadante (PT-SP). Ao admitir que era a favor da abstenção e ao tentar convencer senadores para assim votarem, o senador invalida a declaração do presidente Lula no 3° Congresso do Partido dos Trabalhadores -“ninguém tem mais autoridade moral e ética que o PT”- e demonstra o caráter interesseiro do político brasileiro, já que dessa absolvição podem resultar barganhas. Projetos importantes, como a prorrogação da CPMF até 2011 e a reforma tributária estão na pauta da Câmara Alta. Além disso, se Renan licenciar-se do cargo para aliviar a imagem do Senado, o vice-presidente Tião Viana (PT-AC) assume o cargo, o que pode facilitar os interesses do governo Lula.
Com o encerramento deste caso, certamente os parlamentares se preocuparão em aprovar “medidas éticas”, como o fim do voto secreto e das sessões secretas, nas quais se votam perda de mandato. Seria uma “vacina” ética no Congresso, um poderoso marketing político para as próximas eleições e um ótimo motivo para os eleitores se esquecerem das máculas do passado político de seu candidato.
A sociedade brasileira não deve se esquecer de mais este episódio da sua política. Que cada cidadão observe bem o parlamentar que elegeu: suas atitudes políticas e o seu compromisso com a Ética e com o bem-estar social. Assim, a democracia brasileira tornar-se-á livre dos resquícios do Império.